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A voz é a interface do futuro no relacionamento entre empresas e clientes?

Recentemente, a Plusoft produziu um e-book sobre a voz como a nova interface do relacionamento entre empresas e clientes. Aliás, você pode acessar o conteúdo clicando AQUI. O tema foi abordado durante o Super Bots Experience, um dos maiores eventos de chatbot e inteligência artificial e que contou com a nossa participação.

O tema foi abordado no painel “Os robôs que ouvem e falam”. O assunto é, de fato, pertinente. Com a chegada de alto-falantes inteligentes no Brasil com assistentes que conversam em português, marcas e desenvolvedores se interessam pela novidade. Paralelamente a esse movimento, voicebots que atendem e realizam chamadas telefônicas ganharam força para aplicações diversas. Assim, quais seriam os desafios na construção, implementação e gerenciamento de voicebots e ações/skills em assistentes de voz?

Na avaliação de Roberto Valente, CEO da Interactive Media, a interface de voz pode ser mais eficiente se comparada com o texto. Para o executivo, ela tem menos fricção e uma curva de aprendizagem baixa. “Um digitador rápido escreve 45 palavras por minuto. O usuário fala 125 palavras por minuto. É natural do ser humano falar”, disse o executivo.

Jovens: adesão maior 

Eduardo Santos, diretor de conteúdo e serviços da Samsung, apontou para um uso mais intenso dos voice bots pelas gerações mais novas. Ele acredita que os jovens são os que mais usam a ferramenta. “Em qualquer momento que faça sentido não ter a digitação, a voz é fundamental. E para os jovens a interação por voz é algo normal. Eles usam muito”, disse.

Alexa para todos

Ricardo Garrido, gerente geral da Alexa, da Amazon, não enxerga uma separação geracional no uso dos assistentes de voz. Muito pelo contrário. O voice bot pode unir crianças e idosos pelo uso fácil e simples da tecnologia. “A nova geração lida de forma bem diferente com a tecnologia, mas a velha também vai conseguir operar essa. Pessoas mais velhas, com síndromes, com limitações intelectuais ou outras questões também podem usar. É uma tecnologia muito inclusiva”, resumiu o executivo da Amazon.

Para os mais velhos, a voz é uma forma de usar a tecnologia de forma rápida e fácil. “(A voz) é muito abrangente e o diferencial é que a curva de aprendizado é baixa. Por isso pode ser usada por crianças que ainda não foram alfabetizadas e por idosos”, disse Walquiria Saad, country lead de parcerias no Brasil para o Google Assistente. A executiva também lembrou que os assistentes pessoais virtuais podem auxiliar não apenas as pessoas com alguma deficiência, mas também os incapacitados temporariamente – ou seja, aqueles que passaram por uma cirurgia ou estão com um braço imobilizado, por exemplo.

Com informações da Mobile Time